A voz que sopra de Natal
Deth Haak, a “Poetisa dos Ventos”, lança "Profecias Poéticas" e provoca reflexão sobre o futuro da humanidade.
Com influências que vão de Nostradamus à Inteligência Artificial, autora apresenta uma obra que funde misticismo, filosofia e crítica social em um convite ao despertar da consciência.
A escritora Deth Haak acaba de retirar da gráfica sua mais nova obra, intitulada “Profecias Poéticas”. O livro não é apenas uma coletânea de versos, mas, como define a própria autora no prefácio, um "rito de passagem" e uma "travessia".
Estruturada em capítulos que remetem a profecias e visões, os versos mergulham em temas urgentes da contemporaneidade, como o colapso ambiental, a queda de impérios políticos e a crescente desumanização provocada pelo avanço desenfreado da tecnologia.
Nascida em Armação dos Búzios (RJ) e hoje figura ativa na “Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do Rio Grande do Norte”, Deth Haak afirma que seus versos não lhe pertencem, mas são "soprados pelo vento".
Seu estilo é descrito pela crítica literária Odete Pereira Alves como uma "fusão delicada entre o lírico e o metafísico", onde o silêncio é tão importante quanto a palavra escrita. “Sua poesia nasce do invisível, não como criação, mas como travessia”, afirma Odete.
“EmProfecias Poéticas, a Poetisa dos Ventos entrega ao mundo palavras que curam, inquietam e abraçam. Sua escrita é ritual, profecia e liberdade”, declara a crítica.
Deth revela que escrever o livro foi como “escutar o vento pela primeira vez com os olhos fechados e o coração aberto". A obra já colhe elogios, sendo considerada uma das manifestações mais singulares da poesia contemporânea por desafiar a lógica e convidar o leitor a ser parte da própria profecia.
Entre o passado e o futuro.
Um dos grandes destaques do livro é a seção "Versos do Fim: As Profecias de 2025". Inspirada nas “Centúrias de Michel de Nostradamus”, publicadas em 1555. Deth Haak tece uma narrativa lírica sobre os eventos que abalaram o mundo recentemente.
Em poemas como "O Crepúsculo das Coroas" e "O Mar que Engole o Tempo", a autora utiliza uma linguagem simbólica para tratar da decadência e ascensão de líderes e dos cataclismos climáticos, transformando a angústia global em memória e reflexão.
A obra também não foge do debate sobre a era digital. No capítulo "Ferro Pensante", Haak investiga o paradoxo da Inteligência Artificial, questionando o que resta da essência humana quando o "ferro aprende a pensar" e os sentimentos são substituídos por algoritmos.
Um Convite à cura para além do tom profético, Profecias Poéticas é um livro sobre resiliência. Através da seção "Renascer e Revelações", a autora propõe a poesia como um instrumento de cura e autoconhecimento. Temas como a "Aurora dos Sonhadores" e a "Canção das Raízes" buscam resgatar a ancestralidade e a esperança em meio ao caos.
O livro será lançado oficialmente na 28ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo que acontece entre os dias 4 e 13 de setembro, no Distrito Anhembi.
No dia 7 de setembro a autora participará de noite de autógrafos na tradicional livraria Martins Fontes, considerada a maior do Brasil, estabelecida na Av. Paulista.
Nossos efusivos aplausos com votos de muito sucesso à Poetisa dos Ventos - Deth Haak!
Recomendo!
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