quarta-feira, 26 de agosto de 2026

TOWAR - MELODIA DAS ROCAS DA CAJUÍRIS FILMES - LANÇAMENTO

No dia, 25/08/26, aconteceu a estreia do filme documentário Towar - Melodia das Rocas da Cajuíris Flmes  

O evento aconteceu a partir das 10h30, no Auditório de Áudio e Multimídia do bloco E, 1o. Andar do Instituto de Educação Federal do Rio Grande do Norte - IFRN - Campus Centro Histórico no bairro das Rocas 

Maestro Carlos Zens, produtora Cajuíris, professor de Áudio e Multimídia IFRN que organizou o Auditório de Áudio para o lançamento com seus alunos e participação de outros docentes, Bia e seu colega responsáveis pela gravação das entrevistas para a Cajuíris, Luis Simonato, o idealizador do documentário 

Fala do representante da Governadora Fátima Bezerra e de Mary Land, Secretária de Cultura do RN

Professor de Áudio e Multimídia do IFRN Campus Centro Histórico localizado no bairro das Rocas




Maestro Carlos Zens - participou com depoimento e tocando Sereneta do Pescador - poema da autoria de Othoniel Menezes 


Público 

Luís Simonato, idealizador do resgate da memória de Fernando Towar fala sobre a obra


Equipe da Cajuíris Flmes responsável pelo documentário Towar - Melodia das Rocas 


Excelente documentário sobre a vida e a obra de um grande artista nascido em Natal-RN, no bairro das Rocas, Fernando Towar.

Cantor, poeta e ativista cultural, membro da SPVARN. Senti grande emoção ao ver o poder do áudio aos nos mostrar que partimos, mas o registro nos manterá vivos para as novas gerações.

Gratidão pelo convite para participar desse resgate da memória do meu amigo Fernando Towar que encantava/encanta com sua voz e postura artística. 

Excelente trabalho de resgate da memória do cantor  potiguar idealizado por Luis Simonat, seu sobrinho-neto, lotado na Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Norte, na Rampa, e executado com amor e profissionalismo pela Produção de Áudio Caju-íris. Longa vida de sucesso nessa trajetória do grupo. Parabenizo-os e aos participantes.

Foi um significativo lançamento com participação envolvente dos professores e alunos do IFRN Campus Centro Histórico, aos entrevistados, e a equipe Caju-íris e ao idealizador Luis Simonato. 

Amei e recomendo. ❤️👏👏👏👏👏👏👏

ENCONTRO NACIONAL DE MULHERES DO CORDEL EM MOSSORÓ - RN

 *Encontro Nacional de Mulheres do Cordel em Mossoró - RN*


Informações: 


*2° Encontro Nacional de Mulheres da Literatura de Cordel - ENAMULC*


Mulheres cordelistas, repentistas,  pesquisadoras de cordel, produtoras culturais, xilogravuristas e amantes do Cordel.


Local: Museu do Sertão - Mossoró - RN


Data: 29 e 30 de agosto de 2026

Início: 8h


(Se possível chegar na sexta)


*Anfitriã: Dra  Susana Lima Leite* - Advogada, pedagoga, escritora e Sócia Efetiva da Academia Feminina de Letras e Artes de Mossoró - AFLAM.

Esposa do Dr Benedito diretor do Museu do Sertão.


O Pavilhão de Eventos do Museu do Sertão fica situado na Fazenda Rancho Verde, às margens da Estrada da Alagoinha, a 4 quilômetros do centro de Mossoró,

Em Mossoró - Rio Grande do Norte


ATENÇÃO:

• Homens serão bem-vindos para prestigiar nosso evento.

  • O 1° Encontro Nacional de Mulheres do Cordel aconteceu ano passado em Serra Talhada – Pernambuco.


Link do Formulário de inscrição:

 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScAZHYl3BOIRp1a9V1y3_-oLgWAFWwrGV54GvKAE_Yzgj7_nw/viewform

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScAZHYl3BOIRp1a9V1y3_-oLgWAFWwrGV54GvKAE_Yzgj7_nw/viewform

CONVITE DO CLUBE PANGEIA POR OZANY GOMES

No Pangeia tem leitura, 

Tem encontro e emoção; 

Cada página revela 

Vida, luta e coração. 

Venha ouvir histórias 

Que nos dão inspiração.


Gente que não fez a escrita, 

Mas soube o mundo viver; 

Traz na alma experiência, 

Tem coragem pra vencer. 

Na escola da própria vida, 

Muito pode nos dizer.


Pelas mãos de Octávio e Anas, 

Veio a escuta florescer; 

Cada fala virou livro, 

Fez memória renascer. 

É um projeto de esperança, 

Que merece conhecer.


Na Manimbu esperamos 

Sua alegre companhia; 

No último sábado de agosto, 

Às três horas do dia. 

Vamos ler, sentir e ouvir 

Histórias de valentia.


Que os bons ventos de agosto 

Guiem os passos até lá; 

Pra emocionar todo mundo 

Com quem tanto tem pra dar. 

São pessoas anônimas, 

Mas presentes no lutar.


Claudio e Ozany


#clubedeleitura #literatura #livraria #amigos #escritores

               https://www.instagram.com/reel/Dcg4CngNsMw/?igsi=MThvcTFyOHA3bGNuaA==

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A VALQUÍRIA PELO POETA-ESCRITOR ALEXSANDRO ALVES

 https://youtu.be/hmMsQ-RVKPg?is=_utckTAVHQT5NPLM

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A VALQUÍRIA


Escritor-poeta Alexsandro Alves

Membro da UBERN e da SPVARN 


O ato III da Valquíria começa com A cavalgada das valquírias, música que engloba o prelúdio e os primeiros cinco minutos da cena 1. Essa música, juntamente com o Coro Nupcial, de Lohengrin, é a música mais famosa de Wagner, seu cartão de visitas.


Tornou-se tão popular que Wagner escreveu uma versão de concerto, sem as vozes. Mas aqui temos a partitura original.


Na cena, oito valquírias esperam Brünnhilde para prosseguirem rumo ao Walhalla. Elas brincam com os guerreiros mortos e os cavalos. 


Musicalmente temos os motivos das valquírias e o grito de guerra "Hoiotoho! Haiha!", apoiados por uma orquestração primorosa, como sempre em Wagner, onde predominam trombones e trompas e os violinos e madeiras em movimentos que sugerem o soprar aventureiro de ventos.


Heidegger diz que esse clima de aventura que perpassa essa música derruba qualquer resistência. É encantadoramente poética e selvagem, tem um estranho fascínio guerreiro e um espiríto ao mesmo tempo doce e marcial.


Num determinado momento, Brünnhilde aparece e as irmãs notam algo estranho. Ela carrega uma mulher e não um guerreiro caído. 


Brünnhilde explica que se trata de Sieglinde, irmã e mulher de Siegmund, filhos de Wotan com uma mortal. Ou seja, irmã delas.


A valquíria diz que desobedeceu Wotan ao proteger Siegmund e ainda fugir com Sieglinde. As valquírias agora temem pela vida das duas. Uma delas alerta que nuvens vermelhas se aproximam - o Pai da Guerra cavalga seu corcel.


Nesse instante Sieglinde desperta e pergunta por que não morreu em combate e pede para que Brünnhilde a transpasse com a lança.


Mas a valquíria quer que ela fuja para o leste. As outras valquírias alertam que no leste, Fafner, o gigante que se transformou em dragão, vagueia pela floresta, não é lugar para uma mulher indefesa. Brünnhilde não concorda: Wotan teme Fafner, e assim ela estará ao menos a salvo da ira do deus. E para convencer Sieglinde, diz que está grávida.


Ela agora pede ajuda a todas as valquírias. E esse momento maravilhoso, a partir de 15:25, é um daqueles em que Wagner suspende nossas emoções e a segura com uma música radiante até que resolva liberá-las em uma sequência de compassos avassaladores, num fluxo sinfônico sem igual.


Brünnhilde entrega os fragmentos da espada de Siegmund para a irmã e batiza o filho dos gêmeos ainda no ventre da mãe: se chamará Siegfried. O motivo de Siegfried, surge aqui, sob a voz de Brünnhilde, se desenha mas ainda não se completa, e então Sieglinde, com todo o ímpeto, poder, mente e força, leva a música a um ponto everestiano:


Ó, herstes Wunder! Ó, nobre milagre! (16:50). Surge o motivo da Redenção pelo amor, na melodia dominante de Sieglinde. É um momento poderosíssimo e arrebatador. Nosso espírito é colocado em alturas além da Terra, em órbita.


Após isso, ela foge para o leste. 


CENA 2


Wotan entra com toda a fúria. As valquírias tentam proteger Brünnhilde, mas Wotan as dispersa. Com toda a autoridade, profere a senteça: perderá os poderes de valquíria, será colocada em um sono até que algum homem a desperte e, desperta, será esposa desse homem, trabalhando dia e noite até que morra. Esse destino é tão macabro que as valquírias fogem em cavalgada. Ficam no palco apenas ele e Brünnhilde.


CENA 3


A última cena da Valquíria é a mais bela, poderosa e musicalmente mais majestosa da partitura.


Apenas pai e filha. Um diálogo sobre culpa e dever. A cena começa tímida, mas aos poucos vai ganhando vigor, à medida que tanto ele quanto ela expõem suas virtudes, suas fraquezas, suas culpas e razões.  Brünnhilde deseja amenizar o castigo paterno, pede que seja erguido ao seu redor um círculo de fogo, para que apenas um único homem possa despertá-la. 


É um momento de grande força musical e dramática que alcança o sublime quando Wotan se despede da filha (52:47): Leb wohl, du Kühnes, herrliches Kind! Adeus, maravilhosa, orgulhosa criança! 


O cantor nem precisa estar emocionado, o acúmulo de tensão que aqui é finalmente liberado, faz a música em si ser emocional. É tanta verdade e glória distribuídos de forma descomunal, que se as geleiras do Polo Norte e da Antártida pudessem cantar e cantassem esse momento, o mundo inteiro seria destruído pelas águas em derretimento. 


É o sangue como vulcões, milhões de Cracatoas de uma única vez. 


Wotan foi inteiramente convencido pela filha. Ela mudou o Destino de novo.


E agora, sob o tema de Siegfried quase completo, ele setencia (54:54): Apenas um te libertará, aquele que será mais livre que eu, o deus! 


A música se acalma quando Wotan diz: Der Augen leuchtendes Paar: Os teus olhos cintilantes. E, momentos depois,  então a beija nos olhos. Ela adormece.


Wotan invoca Loge, deus do fogo, para erguer um círculo de fogo ao redor do corpo de Brünnhilde (1:02:35): Loge, hör! Lausche hierher! Loge, escute! Venha aqui! Ao término da magia de Loge, Wotan canta, sob o tema pungente de Siegfried (1:04:29): Wir meines Speeres, spitze fürchtet, durchschreite das Feuer nie! Aquele que temer minha lança, não atravesse esse círculo de fogo! 


Aí então, com uma grandeza e nobreza sem precedentes, pela primeira vez, o tema de Siegfried é completamente anunciado. Toda a orquestra se abre enlevada como em transe místico. Após isso, os violoncelos irrompem com o tema do amor e as harpas saltitam o do fogo. Em determinado momento, surge o tema do destino, do ato II, duas vezes. 


É impressionante como o tema de Siegfried se parece com o da maldição. 


E Siegfried será de fato, uma maldição à moral tradicional, nascido do tabu do incesto entre irmãos. Esse detalhe não é do mito, é mais uma modificação de Wagner. 


Os últimos acordes são delicadíssimos e deixados para as harpas. 


A Valquíria conclui de forma encantada e suave.

LANÇAMENTO DO LIVRO "MAR QUE NAVEGA O BARCO" DA AUTORIA DE ALBERTO BUSQUETS

Olá! Tudo bem?


Queria compartilhar algo muito especial:


Meu livro O Mar que Navega o Barco estará sendo lançado na Bienal de São Paulo!


E chega a esse momento carregando uma emoção ainda maior: foi o vencedor do Prêmio Literunico Fagner Mera de Poesia 2026.


É difícil explicar o que significa ver um livro que nasceu de tantas palavras, silêncios e sentimentos encontrar novos leitores, e ainda por cima chegar à Bienal.


Se você gosta de poesia e tiver vontade de conhecer meu trabalho, o livro está disponível por apenas R$25,00 para aquisição pelo link:


https://literunico.com.br/universos/obras/1372/o-mar-que-navega-o-barco


Através do link, haverá duas escolhas: comprar o livro e retirá-lo autografado comigo, na Bienal, no dia 05/09/2026 das 20h às 22h; OU comprá-lo na pré-venda, com frete módico, para receber no endereço de sua preferência.


Um detalhe importante: pelo Instagram e pelo Facebook, o link pode não abrir corretamente. É preciso copiá-lo e colá-lo no navegador, fora do aplicativo.


Fica aqui meu singelo convite, com carinho e sem nenhuma obrigação. Se O Mar que Navega o Barco encontrar um lugar na sua estante, vou receber isso como um gesto enorme de carinho e prestígio à minha poesia.


E, caso não puder adquirir, compartilhar ou simplesmente torcer por esse momento também significa o mundo para mim!


Muito obrigado!



Alberto Busquets.

RESENHA DA OBRA VIDAS SECAS PELO ESCRITOR E PROFESSOR ROBERTO NOIR

 Vidas Secas foi o décimo segundo livro lido por mim em 2026. A obra foi a primeira escolhida para leitura e debate no clube de leitura da @eeperegrinojr , composto por aluno(a)s e docentes.

 Este livro do alagoano Graciliano Ramos tornou-se leitura obrigatória por sua linguagem única, que narra as desventuras dos retirantes nordestinos, os nômades do século XX, que estão sempre se deslocando em busca de terras menos inóspitas. O uso de expressões regionais torna a obra ainda mais real e brasileira, fazendo com que nos sintamos imersos na escaldante e dura realidade das personagens. Além disso, Ramos nos traz uma das mais famosas personagens da nossa literatura, Baleia, uma cadela mais humana do que vários seres humanos, muitas vezes brutalizados pela desigualdade social fruto de um sistema capitalista e opressor. 

  Não é à toa que Vidas Secas é uma obra ícone da literatura nacional e que é lida e relida desde o seu lançamento em 1938.

 Se você gosta de Filosofia, Poesia, Livros e reflexões em geral, eu te convido a ver meus outros posts. Se gostar, deixe o ❤️, comente e/ou compartilhe.

 Todas as postagens desta conta são fruto de leitura, pesquisa, seriedade e honestidade intelectual. Caso ache merecido, você pode fazer um pix de qualquer valor para incentivar a produção de mais conteúdos e fortalecer ainda mais esta iniciativa que visa estimular a reflexão e a leitura.

 

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 Márcio Roberto Paulo do Nascimento 


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sábado, 22 de agosto de 2026

COMENDA CÂMARA CASCUDO LITERARTE - PRESENÇAS

Presidente SPVARN Adélia Costa, Jania Souza, Malu, Geralda, Clécia Santos e Kalina Paiva 




Presidente SBDE Rubens Barros e Presidente SPVARN Adélia Costa 

Escritoras Adélia Costa, Jania Souza, Clécia Santos, Malu, Lúcia Eneida, Núbia de Açu, Kalina Paiva e Geralda Efigênia 

Presidente SPVARN  - Adélia Costa e sua diretoria de Relações Institucionais - Jania Souza 


Presidente SPVARN - Adélia Costa, Jania Souza, Malu, atrás Clécia Santos, Kalina Paiva e Geralda Efigênia 


Poetas Jania Souza e Izabelle Valadares 


Lúcia Eneida, poeta, escritora, contadora de histórias 



Dr. Rubens Barros e sua Malu