segunda-feira, 20 de julho de 2026

A MENINA QUE APRENDEU A SE AMAR DA ESCRITORA ADRIANA MARIANO - UM DOS LIVROS INFANTIS MAIS VENDIDOS EM 2026!

 

 
"A Menina que Aprendeu a se Amar é uma história sensível, poética e necessária sobre a autoestima, respeito, empatia e combate ao racismo, que convida crianças e adultos a refletirem sobre o poder do amor-próprio e da aceitação.

Uma narrativa que toca o coração e planta sementes de transformação"

Esses dois parágrafos encontram-se na sinopse da obra em sua 4a. Capa. Apresenta ao leitor o assunto cuidadosamente abordado pela autora Adriana Mariano em seu segundo livro lançado em 2026.

As belas ilustrações são assinadas pelo artista plástico e professor Ruy Lima. O projeto gráfico e a publicação ficaram a cargo da Editora B3S do designer e editor Bruno Obos na foto acima com a escritora durante a entrega dos exemplares.

Adriana Mariano é professora na cidade potiguar de Extremoz no Espaço Cultural Clara Camarão, localizado ao lado das ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo construída pelos jesuítas no período da colonização portuguesa. É pedagoga com especializações e mestranda em Educação. Poeta e contadora de histórias, além de idealizadora e executora do Projeto Literário Maleta da Leitura. 


Recebendo os livros paridos com muito labor e amor, produzidos para encantar ao público leitor com o bem elaborado e instigante mundo da Sofia - uma menina negra, sensível, observadora e cheia de sonhos.

Os livros podem ser adquiridos com a autora através dos contatos:

@adriana.mariano1

adriana. mariano1@yahoo.com.br

+55 (84) 99154-5473



domingo, 19 de julho de 2026

CONTEMPLAÇÃO DA POETA JANIA SOUZA





Contemplação


Jania Souza 


Julho, Meio-dia, Céu de Inverno

O sol deu sua graça 

Após uma 6a e sábado 

De abençoado dilúvio 

As águas caudalosas

Choradas das nuvens 

Fertilizaram a terra

Infiltraram-se pecaminosas 

Nos seios das Dunas

Vão parir novos rebentos 

Com seu precioso alimento 

Fonte da vida

No aconchego dessa rede

Trançada pelo Criador

Meu ser se enebria

Na constatação 

Desse imenso amor

Então me deleito no ócio 

Da contemplação

sábado, 18 de julho de 2026

ANIVERSÁRIO DO CANTOR FERNANDO TOWAR NA SUA ETERNIDADE CANTANDO PARA A DESPEDIDA DO SOL NA RAMPA





O Rouxinol Papa-jerimum


Jania Souza 


Entre as marinhas no Potengi 

Fernando Towar abre o leque

Do chilreo da sua voz macia

Modulada nas notas dó re mi

Embaladas pelas tonalidades da

Paixão


Essa jorra em cascata

Sem qualquer improviso

Parceira das taças de beijos

Oferendas sensuais da boca do

Astro Rei


Depositam-se com ternura

Sobre a prata das ondas

Vestidas da mansidão

Do rio.


Ouve-se Praieira!

Ressoar pelos ares da Rampa.

É A Serenata do Pescador

Do poeta Othoniel Menezes

Bela exaltação ao lugar

Em que se descansa o coração.


O rouxinol dos papa-jerimum

Cantou seu amor a Djalma Maranhão

E o hino De pé no  chão se aprende a ler 

Encantou multidões

Indo lá do Areal para as bandas

Do Recife 

Até conquistar no sul

O cenário musical paulista.


Sua boemia poetou pelas ruas

Da Ribeira e no Canto do Mangue

No entorno do Capibaribi e

Nas adjacências da Avenida São João

Em passos elegantes de sambista.

Mesmo ainda na ditadura

Viu no vermelho o branco da paz

Solvejou melodias de amor

Para os românticos e sonhadores

Às crianças, versejou esperança

Com sua preciosa alma.


Canta ao pôr do sol, trovador

Embala suas despedidas corriqueiras

Pois amanhã já é novo dia

Esse navego constante na melodia do ser.


Faz voar nesse Infinito do horizonte com

As garças tão alvas esquecidas do pranto

Sua voz cativante de tantas emoções 

Louva a Deus e à Dona Nenê

Que o criaram para ser esse grande

Homem-artista de Poti-irmão!



Fotos de Jania Souza - Ensaio fotográfico do Pôr do Sol no Museu Rampa - Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Norte em, 15/07/2026
































 

ENSAIO FOTOGRÁFICO DO PÔR DO SOL NA RAMPA POR JANIA SOUZA PARTE II



















Já há algum tempo sonhava em realizar esses registros. Contudo o celular não cooperava comigo. Resultado, frustração. Mas em visita à Rampa com mamãe, para que ela caminhasse um pouco mais, fui presenteada por Deus com essas belas imagens. Estou sentindo o retorno da vontade de pincelar. Essas cores mexem com meu imaginário. Talvez, em breve, possamos ter novas surpresas em outras linguagens que amo. Preciso exercitar os dedos e o prazer de mergulhar nas cores dessa paixão do sol adormecer nos braços das águas do Rio Potengi. Mar onde se encontra o sal do oceano e a doçura das águas que descem as serras e dunas, e se tornam salobras na rica cultura do mangue.

Garças caminham na lama catando crustáceos e peixes nas ondas. Repousam do voo nos galhos das árvores em que se aninham em bandos com a despedida do astro rei cansado da labuta diurna.

O Atelier de Thomé Filgueira ressurge das profundezas do rio nas cores bordadas no firmamento enquanto o sol deriva ao seu porto seguro.

Os artistas plásticos pintam suas telas na Capitania das Artes no coração dessa discípula repleta de saudades.