5o. FESTIVAL LITERÁRIO DA MATA SUL EM PERNAMBUCO
JANIA SOUZA SPVARN CULTURAL
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quinta-feira, 22 de outubro de 2026
JUÇARA VALVERDE LANÇA HQ RJ 11 AUTORES NO 5o. FESTIVAL LITERÁRIO DA MATA SUL
5o. FESTIVAL LITERÁRIO DA MATA SUL EM PERNAMBUCO
BIBLIOTECA UBERN RECEBE DOAÇÃO DA UBEANA JANIA SOUZA
O RESSUGIR DAS AMARÍLES DA POETA JANIA SOUZA
SER POETA E SAUDAÇÃO À CRIANÇA, DOIS POEMAS DA LAVRA DA AUTORA NINITA LUCENA
Escritora Ninita Lucena.
SER ESCRITOR
Ser escritor é desnudar a própria alma,
Interagindo cérebro, mente e coração,
Vive a cadência de linda canção
No vai e vem da calmaria se acalma
Brincar com as palavras na alegria
Gerando uma boa comunicação,
São gatilhos brotados da emoção
Do poeta, no ritmo da sua poesia.
Parabéns poetas, que o seu celeiro
Brote com vigor do brilho do sol
Quando vai constituindo o arrebol,
Seu brilho faz do poeta um pioneiro.
Entre romances, contos, e cordel,
Escrevendo bem em prosa e versos,
O espírito e a alma ficam imersos
Na magia da escrita, um doce mel.
Escritor é um celeiro de mudança,
Faz história sendo a própria história,
O seu legado registrado na memória,
Vai semeando paz, amor e confiança.
Parabéns escritor, sua vida é história, legado que repassa de geração a geração, mudando vidas. Você é ponte que une geracoes. Parabéns!
Ninita Lucena.
SAUDAÇÃO ÀS CRIANÇAS
Uma homenagem à infância que nasce, cresce e permanece em nós.
Crianças, sementes de amor,
Pedacinhos de luz e esperança,
São jardins de perfume em flor,
Onde a vida floresce e alcança.
Meus netos, doces presentes,
Meus bisnetos, novos rebentos,
Estrelas lindas e reluzentes,
Trazem lindos sentimentos.
Em seus olhos vejo a vida,
Nos sorrisos, a primavera,
Cada infância bem vivida
É um tesouro que prospera.
Mas existe outra criança
Que o tempo não levou,
Mora em nós com esperança,
Nos enchendo de auto amor.
É uma criança escondidinha
Que, às vezes, está pelo avesso,
Precisando de uma mãozinha
De carinho, amor e apreço.
Ela guarda suas lembranças,
Seus brinquedos e fantasias,
Seus sonhos, suas esperanças,
As lágrimas e, também, alegrias.
Não deixemos que a idade
Venha nos impedir de brincar,
Porque da nossa felicidade
Nós precisamos bem cuidar.
Que nenhuma criança sofra
Por ausência de proteção,
Que o amor seja a resposta
De cuidar, de todo coração.
Que haja colo, muita ternura,
Respeito, pão e educação,
Que toda infância seja pura
Em seu direito à proteção.
Salve à infância, doce encanto,
Salve a vida em seu florescer,
Que o sorriso vença o pranto,
Que haja amor em cada viver!
E se o tempo nos faz crescer,
Há uma verdade a recordar:
A criança pode envelhecer
Mas não precisa deixar de sonhar.
Ninita Lucena
12 de outubro de 2026
Dia das crianças
"Cuidar de uma criança é proteger o amanhã.
Acolher a criança que vive em nós, é cuidar das raízes que sustentam o nosso hoje". Ninita Lucena.
terça-feira, 20 de outubro de 2026
GIBI RJ LITERÁRIO LANÇAMENTO EM PALMARES/PE
JOSIMEY COSTA LANÇA 2a EDIÇÃO DE QUASE CONTOS
OS KANDENGUES DA COCHINCHINA DA AUTORIA DO ESCRITOR ANGOLANO MANUEL CASQUEIRO
O livro do escritor angolano Manuel Casqueiro intitulado OS KANDENGUES DA COCHINCHINA tem epígrafe do poema ÁFRICA da autoria do escritor brasileiro Horácio Paiva.
Manuel Casqueiro apresentado pelo poeta Horácio Paiva é um excelente escritor. Africano de país de língua portuguesa, lutou ao lado dos angolanos na guerra da Independência de Angola. Nasceu na Guiné-Bissau. Terminou seus em solo brasileiro no estado do Ceará.
Nossos aplausos!
A epígrafe da obra OS KANDENGUES DA COCHINCHINA de Manuel Casqueiro
ÁFRICA
No pôr do sol de Luanda a saudade
o fado dos que se foram pelo mar
e jamais voltaram
Horácio Paiva
Depoimento:
[20/10, 12:16] Horacio Paiva Paiva: Acho que você, como eu, também gostaria de ter conhecido, pessoalmente, Manuel Casqueiro, que, além de excelente escritor, foi uma grande figura humana, segundo inúmeros testemunhos.
Não sei exatamente por que, pensava hoje cedo em Manuel Casqueiro, amigo que não cheguei a conhecer. Nasceu na Guiné-Bissau, lutou em Angola, pela libertação, e já homem maduro conheceu uma brasileira do Ceará, casou-se com ela e veio para o Brasil, aqui terminando sua jornada existencial. Antes disso, porém, ainda fundou uma Academia naquele Estado. Extremamente gentil, telefonava-me às vezes, sempre lembrando que cultivava no Rio Grande do Norte duas amizades, referindo-se a mim e ao nosso amigo Jarbas Martins.
Academia Afrocearense de Letras, fundada em 2014.
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