terça-feira, 21 de junho de 2011

domingo, 19 de junho de 2011

CONVITE MÁRIO LÚCIO NO FORRAÇO NESSA QUINTA FEIRA, 23/06/11

O POETA, COMPOSITOR, MÚSICO MÁRIO LÚCIO MAIS UMA VEZ TEM OBRA SELECIONADA PARA A FINAL NO FORRAÇO EM NATAL.
SUAS COMPOSIÇÕES SÃO BELÍSSIMAS E PRIMAM PELO FINO TRATO POÉTICO QUE VALORIZA SUA MAGNÍFICA OBRA. JÁ FOI POR VÁRIAS EDIÇÕES DO FORRAÇO, FINALISTA. INCLUSIVE JÁ TEVE COMPOSIÇÃO DEFENDIDA PELA ESTRELA POTIGUAR E APRESENTADORA DE TELEVISÃO, A CANTORA LUCINHA LIRA.
EM UMA DAS EDIÇÕES, CLASSIFICOU-SE EM QUINTO LUGAR.
COM ESSE CURRÍCULO INVEJÁVEL E TALENTO INCOMPARÁVEL, CONVIDA OS CONFRADES SPVA/RN E DAS DEMAIS AGREMIAÇÕES CULTURAIS EM QUE PARTICIPA, PARA PRESTIGIAREM A APRESENTAÇÃO DO SEU XOTE ROEDEIRA "SE VOLTASSE O TEMPO". SAIBAM QUE TEM UMA MELODIA E LETRA IRRESISTIVEIS AOS FESTEJOS JUNINOS COM UMA PITADA APROPRIADA DE ROMANTISMO NESSE INVERNO TROPICAL ANSIOSO POR CALOR HUMANO DE APAIXONADOS.

Evento: FORRAÇO 2011

Quando: quinta-feira (23/06/2011)

Hora: a partir das 19:30h

Onde: Avenida Roberto Freire entre a Faculdade Estácio de Sá (Unidade Natal) e o Praia Shopping - Palco armado em rua transversal.

Participem, será uma noite de Corpus Cristi (feriado) regada a talento potiguar.

ADEUS AO GRANDE ESCRITOR POTIGUAR BARTOLOMEU CORREIA DE MELO - MEU APLAUSO SAUDOSO A MAIS UMA ESTRELA QUE PARTE E DEIXA SUA SEMENTE NA PALAVRA ESCRITA

Foi com pesar que li a matéria sobre o encantamento do talentoso escritor potiguar, Bartolomeu Correia de Melo, no blog da amiga e poeta Vilmaci Viana, hoje.


Tive a honra de conhecer o ilustre escritor na UBE/RN. Já era sua fã incondicional. Amei seus livros, que me fizeram viajar em um tempo já esquecido no novo cenário da internet. Sua gentileza permanente de sábio competente, impressionou-me e senti-me agradavelmente bem ao conversar com sua fluência coloquial. Adeus amigo das letras. Que sua viagem seja translúcida nas asas da Luz e da Esperança Divinas.






Nascido em Natal/RN (1945), criado no Ceará-Mirim (RN), terra de engenhos, cenário temático dos seus escritos. Educado por padres salesianos e irmãos maristas, dedicou-se ao magistério. Graduado em Farmácia (UFRN) e pós-graduado em Físico-Química (UFPE e USP). Adotou agropecuária (Fazenda Aliança) como segunda atividade e literatura como primeiro lazer. Aposentado (UFRPe e UFRN) como professor de Química. Obteve com “Lugar de Estórias”, seu primeiro livro, o prêmio nacional “Joaquim Cardozo”(1997), da União Brasileira de Escritores (UBE). Seu segundo livro, “Estórias Quase Cruas” (2002) foi igualmente bem recebido. Publicou também a estória infantil “O Fantasma Bufão” (2004). Recentemente (2010), teve lançados “Tempo de Estórias”,seu terceiro livro de contos e “A Roupa da Carimbamba”, segundo livro infantil, todos pelas “Edições Bagaço” (Recife).Fonte: site da UBERN e NOTÍCIAS DA LUSOFONIA, DE CEICINHA CÂMARA.




H O M E N A G E N S




BARTOLOMEU CORREIA DE MELO


Maior revelação do conto potiguar, nas últimas três décadas. Bartolomeu Correia de Melo surgiu cinquentão, quando já bastante conhecido como pesquisador e professor de Química.Seu livro de estréia - "Lugar de estórias" foi laureado com o prêmio Joaquim Cardozo/1977, da União Brasileira de Escritores, e teve duas edições, quase simultâneas - EDUFRN, Editora da UFRN, Natal, 1988 e Xeroz do Brasil, Recife, 1998.Desde 1966,BCM vinha escrevendo, nas horas vagas, histórias várias, que engavetavasem pensar em publicá-las. Até que, como ele prórpio disse, com muito senso de humor, "se viu na vez de mal-aposentado (ETFRN, UFPE e UFRN). Aí, por tristeza e descostume de vadiagem quase-quase amofinou-se. Ser biscateiro ou vereador, desapetecia. Cuidar da fazendola "Águas de Março", enchia o tempo sem encher a cabeça.Então, palpitou desencavar a retraçar alguns contos cometidos no correr da vida, afagando as saudades do Ceará-Mirim. Daí que apareceu "Lugar de Estórias" (...)Ceará-Mirim é o seu país sentimental, fonte inesgotável de inspiração. Nas terra dos canaviais, de tantas tradições, o autor encontraráos cenários e os personagens de sua infância, com os quais contrói suas estórias simples, que o autor sabe explorar como poucos.Bartolomeu Correia de Melo nasceu em Natal, no dia 7 de março de 1945. "Foi uma criança terrível e adolescente abominável". Confessa e acrescenta: "Desasnado por padres salesianos e formatado por irmãos maristas, logo cedo, coitado, converteu-se ao Magistério".É graduado em Farmácia (UFRN), com pós-graduação em Físico-química (UFPE e USP). Escreveu trabalhos científicos e pedagógicos, publicados em revistas especializadas, nacionais e estrangeiras.Quando lançou seu livro de estréia, jurou ser "primeiro e derradeiro". Felizmente, quebrou a jura. Em 2002, publicou nova coletânea - "Estórias Quase Curtas" Edições bagaço, Recife), de grande unidade temática e formal, como a anterior, e dentro do mesmo universo ficcional.Bartololeu Correia de Melo é casado com Verônica Marques, com quem teve três filhos, Bruno, Ana Cláudia e Ruth.(Manoel Onofre Jr. in Contistas Potiguares, Sebo Vermelho edições, 2003)BARTOLOMEU CORREIA DE MELOPor Franklin JorgeSeu defeito mais evidente resulta antes da ingratidão do destino do que de uma deficiência própria; do destino, seja dito, que o fez nascer em Natal, terra de muro baixo que não consagra nem desconsagra ninguém, embora o gentio cultive o hábito de gastar duzentos para impedir que alguém embolse vinte.Refiro-me, está claro, ao escritor Bartolomeu Correia de Melo, artífice e mestre na arte do ficcionismo que, no presente caso, tem fundas raízes plantadas no chão do Ceará-Mirim, onde viveu os anos inaugurais de sua vida à sombra benfazeja de uma avó sertaneja.Escritor sofisticado, sua química literária inscreve-o numa espécie particular de barroquismo traduzido em coloquialismo que contém toda uma cultura baseada em ancestralidade que remonta à Idade dos Nomes.Estórias quase cruas, que leio oito anos depois do seu lançamento (2002) é, em sua genuína virtuosidade estilistica e pujança lingüística uma dessas obras significativas de toda uma cultura eivada de vida e vigor. Sem dúvida um escritor do mesmo naipe de Carmo Bernardes e João Guimarães Rosa, porém marcado pela fatalidade de ser potiguar.********************DAS FALASTRIAS: ESCRITOR BARTOLOMEU CORREIA DE MELO DISCURSA NA UBE/PE(1)


Prêmio Literário Nacional Joaquim Cardozo (Discurso na União Brasileira de Escritores ) Bartolomeu Correia de Melo


“No entanto, quem me descobre, eu que sou triste e sou pobre,vai me achar bem desigual.” Joaquim Cardozo NAQUELES quandos de quando somente os dizeres aliviam o ardume dos pensares – ano sim, oito não – batia vontade de escrever. Então, quietinho num canto, feito menino surrado, escrevia; escrevia como cochichando desabafos. “Umas linhas de tinta amorosa, de tinta sincera e banal.” (1) Porém, os aboios da vida tangiam pra outros que-fazeres, obrigando a engavetar tais rascunhadas fantasias. E assim, escrevivendo, aforei trintena de anos. Acomodado a vasqueiras alegrias, benvindas mas passageiras, que nem chuvas-de-caju.Sou daqueles acanhados, que se satisfazem por escrevinhar pra seus próprios olhos, contando coisas do seu próprio umbigo. Nunca palpitei que alguém, não sabedor dos meus jeitos, chegasse a apreciar e preferir minhas estórias. Muito-que-muito honrado fico, por tal dote de valia; bem maior do que me atreveria a merecer. Assim, regavo e alardeio todo louvor de minha sempre obrigada gratidão.Hora destas, aqui assim perante, me ponho meio encabulado, quase medroso em dividir quantos sentires. Embora agradecido e carinhoso, desconjuro dos amigos que nisto me atiçaram. Mas tudo de bom tem seu pior: Agora, todo-mundo aqui esperançando de escutar minhas sabenças. Não fosse um enorme respeito por esta casa, disto me escafederia, jurando deslavado algum malentendido.Nada mais sou que um contador de estórias; não muito desigual de tantos, que nunca tiveram vez de assentar em papel suas doces mentiras.“Conversas compridas são parecidas!…” Diz Chico Piaba, cristão nascido e aprendido nalgum lugar de estórias. Pois, justo cuidando neste dito – assim destraquejado pra oratórias – nem-sei-que-diga. E cá então me eis: “Entre o gesto e a palavra, território onde as idéias se escondem e os pensamentos se perdem.” (1)Não que não tivesse algum porém a referir. Só que seriam assim coisas bem minhas, eu mais prosista do que prosador. Pois, sendo doutras lavras e leituras, meus saberes comuns aqui não bastam. Mas tenho ciência duma verdade enxuta: “Escrever de Joaquim Cardozo só pode quem conhece…” (2) E além de minhas securas – tão esquisitas que me desagüento – somente malinformo quanto a métricas de átomos e ritmos de moléculas. Belezas outras que, neste agora, talvez ficassem meio descabidas. Afinal, não tenho mestrias de calcular poemas em concreto nem consigo luzes pra bem-comparar treliças de ponte com rosas de ferro.Mas, embora diversos, em prosas ou versos, gentis ou perversos; todos gostam, todos mostram seus escritos. E se cada escrever tem sua receita, da minha não faço segredo: Talvez, por obra do velho ofício de boticário, me resulte prazeroso misturar tinta e papel com sonho e saudade; das minhas mais gratas “sustanças.” Tais porções de espírito, mesmo assim tão desafins, findam ligadas nas muitas fervuras vividas. E desta desusada combinação, aqui-acolá, decanto estórias; meio cruas mas quase puras. Afianço que santo remédio pra quantos crônicos pesares. Pois que, agindo no fundo do peito, depuram humores anêmicos e desentrevam emoções reumáticas. Pondo crença em simpatias, bastam quinze pingos, em água de quartinha serenada – gosto limpo de infância – benzida por cantos-de-galo dalgum já longe amanhecer.Que tipo de escritor seria? Resposto sem pedância: Não me decifro quando penso, nem me destrincho quando escrevo. Só sei que letrado nas letras não sou. Nem modernista nem regionalista; sou abecedista. Na minha província natal, de cada esquina um poeta, de cada rua um jornal, diz-que cientista está mais pra louco que pra intelectual.Assim, não me arvoro; quem nasce artesão não morre artista. Meus toscos escritos não escondem mensagens, apenas contam. Não mostram beletrices, apenas contam. Não revoejam metafísicas nem ruminam filosofias, apenasmente contam. Tudinho estórias do meu lugar, nos falares da minha gente; quase nada restando de minha real pertença. Apenas recolho palavras de engenho, brotadas no aceiro das conversas, como flores sem dono beirando caminhos. Estórias com começo, meio e fim; dando pra rir ou chorar, que nem as coisas bestas deste mundo. Estórias ditas compridas pra curtos gostos de agora. Talvez espichadas assim no justo tamanho das puídas esperanças dos seus moradores.Quem lendo sentir boniteza, inveja não sentirá.Conto casos, como conta o povo; no velho estilo de antigos contares, que os modismos nunca encantaram. Pois que conta com jeito formoso, nos repentes sestrosos dos como-dizeres; singelos mas precisos, como versos de Joaquim Cardozo: “Em vez de dizer: falar, prefiro dizer: cantar. Um canto triste e fecundo.”Povo conta como entoa seus cantares, na riqueza lírica das suas rimas pobres. Contares lavrados na franca linguagem do meu recanto – chão de poetas – lugar bonito onde o verde é sentimento. Entalhe caprichoso de palavras que se bastam, sem nada carecer comprar dos gringos. Linguajar livre e sadio que, por desilustrado, sobrevive assim teimoso; ignorando o vai-e-vem dos quantos “ismos”. Aliás, parecendo malagouro, não conhece nem padece da finura sonsa de tais fins-de-palavra. E sendo assim, por natureza, como graça descuidosa de criança malfalando, nossa língua nordestina periga na desgraça do desprezo. Finar-se desfigurada, à míngua de ternuras, pela peste finória do neoliberalismo. Pois, cantando a aldeia-global, qualquer macunaíma vira universal, desaprendido de escrever em brasileiro português.Aqui, por sorte trazido em mãos amigas, assim diante de tão lordes presenças, muito me regalo e envaideço. Se bem que, feito cambiteiro em salão de casa-grande, no descostume de recitar mesuras, por vezes quase-quase me abestalho. E pra não fazer feiúra, até que me valeria da manhosa singeleza do pouco falar. Talvez, pra parecer mais sabido ou, por tão insosso, sem malbondades. Pois, quase calando, nem diriam que qualidade de falastrão papa-jerimum andou por estas bandas com pantins de escritor. Mas, agora é tarde; findei demasiando o palavrório. Já desconfiam que igualmente me queixo de useiros cacoetes e vezeiros maldefeitos. Rogo assim que relevem meus tronchos badalares. “E que de tanto dizer fique o silêncio, que é cinza das palavras e que vence o surto de inverdades tentadoras.” (1)Recife / 1998


Fonte: site da UBERN




terça-feira, 14 de junho de 2011

O SILENCIOSO EXERCÍCIO DE SEMEAR BIBLIOTECAS, LANÇAMENTO

A poeta e escritora Marize de Castro, autora da obra O SILENCIOSO EXERCÍCIO DE SEMEAR BIBLIOTECAS convida para o lançamento na sede da Cooperativa Universitária no Centro de Convivência da UFRN.




A obra é editada pela UNA e aborda o trabalho desenvolvido pelo biblioteconomista, uma homenagem à poeta Zila Mamede, diretora por longos sóis da Biblioteca da Universidade Federal que, hoje, leva orgulhosamente o seu nome.



O evento realizar-se-á às 11:30h do dia 17/06/2011.



Muito sucesso à autora, já consagrada no mercado literário internacional, e a Editora UNA.

Segunda Temporada de Nuevas hojas!!!! Acá va el segundo video! Ricardo Carrena


Nuevas Hojas

Micro televisivo de poemas

de Gito Minore

-Segunda Temporada-


Hola amigos!!! Con mucha alegría les cuento que esta semana lanzamos el segundo video de la Segunda Temporada del micro televisivo "Nuevas Hojas"
¡¡¡Agradecemos a todos los autores que, desde distintos rincones de Nuestra América nos enviaron sus libros para ser compartidos en este espacio!!!!!!
Acá les envío el link .En esta oportunidad se trata de un poema del autor argentino Ricardo Carrena “Homo faber" del libro "Prismas en la piel".
Lo filmamos en Bolivar al 600, San Telmo y la cámara, postproducción y edición corrió por cuenta de Mariano Aragunde.

http://tvlecturas.wordpress.com/2011/06/11/gito-minore-de-tvlecturas-argentina-envia-sus-nuevas-producciones-junio-2011/

De yapa va el video de la presentación del primer libro de Fabricacuentos "El aroma del paraíso"
¡¡¡¡¡¡A disfrutar!!!!!!


Asimismo, los invito a visitar la página y si gustan crear ustedes mismos sus videos para sumar al proyecto: www.tvlecturas.wordpress.com

También, el autor que así lo desee, puede enviarme su libro para ser leído en este ciclo, escribiendome a gitomin@yahoo.com.ar



Un abrazo, nos estamos viendo pronto!!!!!

Gito


www.gitominore.blogspot.com
www.gitominore.3a2.com
www.youtube.com/gitominore

Se agradece su difusión

CONVITE DA POETA LÚCIA HELENA PEREIRA







segunda-feira, 13 de junho de 2011

POETA CEICINHA CÂMARA COMENTA VÍDEO TRIBUTO SPVARN E DIVULGA COLÓQUIO CULTURAL: TRÊS TEMAS-TRÊS AUTORES EM VILA DO BISPO/PORTUGAL. SUCESSO!






Ceicinha Câmara disse...
QUE LINDA HOMENAGEM, COMPANHEIROS! CONFESSO QUE FIQUEI EMOCIONADA AQUI NO ALÉM-MAR. ATÉ CHOREI! CHOREI POR NÃO PODER ESTÁ AÍ COM VOCÊS A COMEMORAR ESTA DATA TÃO QUERIDA. FELIZ POR REPRESENTAR A NOSSA SPVA, COM MUITO GOSTO, CÁ EM PORTUGAL. LEMBRANDO QUE, NO PRÓXIMO DIA 20 DE JUNHO, SERÁ REALIZADO O "COLÓQUIO CULTURAL: TRÊS TEMAS-TRÊS AUTORES", NO CENTRO CULTURAL DE VILA DO BISPO, COM A PRESENÇA DO DR. RUBENS BARROS DE AZEVEDO, DR. CARLOS MORAIS E DRA. SELMA CALAZANS E NESTE DIA, ESTAREI VESTIDA COM A CAMISETA DA SPVA, PARA QUE ESTA ENTIDADE SEJA DIVULGADA NO EVENTO. DESEJO QUE TODOS OS CONFRADES DA SPVA CONTINUEM COMO FEIXES DE CONHECIMENTO EXISTENTES NESTA VIDA, FLUINDO NA ETERNIDADE. ATÉ PORQUE RECORREMOS ÀS MEMÓRIAS, POIS SÃO ELAS QUE NOS DEFINEM. FELICIDADES PARA TODOS! MEU CORDIAL ABRAÇO, CEICINHA CÂMARA